Após a confirmação da ida ao segundo turno, Leandro Grass (PT) comparou a apuração deste domingo (4/10) com a eleição anterior, em 2022. “Na última eleição, eu perdi por menos de 5 mil votos. Na última fase da apuração, o meu adversário virou e acabou conquistando 50% mais um pouquinho. Dessa vez foi ao contrário, foi muito pouco também”, afirmou.
Grass criticou o que classificou como uso da máquina pública, poder econômico e irregularidades durante a campanha. “Foi contra a máquina, contra o poder econômico, contra o abuso do poder de comunicação, contra a sujeira que hoje vocês viram na rua, muito material irregular, muita coisa que não deveria ter”, disse. O candidato afirmou esperar maior fiscalização no segundo turno e declarou que pretende apresentar seu nome aos eleitores que ainda não o conhecem. “Foram quase 500 mil pessoas que deixaram de votar e votaram branco e nulo porque talvez não acreditassem, não confiassem em quem se apresentou. Agora eu vou me apresentar nesses próximos 21 dias à população que ainda não me conhece”, afirmou.
Ao falar sobre a adversária no segundo turno, Celina Leão (PP), Grass afirmou que pretende apresentá-la aos eleitores que ainda não a conhecem e fez uma série de acusações contra a candidata. “Eu vou também apresentá-la à população que ainda não a conhece bem. E fazer campanha de alto nível, com coragem, com verdade, sem mentiras, sem fake news, como eu fui vítima nesse primeiro turno”, afirmou.
O petista sinalizou que pretende buscar o apoio dos demais candidatos que disputaram o primeiro turno. “Eu quero unir todas as pessoas que desejam bem de Brasília. Fica aqui meu cumprimento e meu respeito ao ex-governador Arruda, à Paula Belmonte, ao Kiko, ao Capelli e a todos os demais candidatos que se apresentaram nessa eleição. Temos diferenças? Temos diferenças, várias. Mas esse momento que está em jogo não é o PT, o que está em jogo não é a esquerda, não é uma disputa da direita contra a esquerda, é uma disputa sobre o futuro de Brasília”, declarou.
Segundo Grass, ele pretende conversar individualmente com os candidatos a partir desta segunda-feira (5/10). “É sobre aquilo que a gente vai ser como cidade, do que as crianças vão poder viver nessa cidade. Se vai continuar ou não morrendo gente na fila da UPA, do Hospital de Base. É sobre isso”, afirmou.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Matheus Oliveira/Esp. CB.Press












