Programa Parque Educador é homenageado na CLDF

Parceria desenvolvida pela Secretaria de Educação, Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal e Instituto Brasília Ambiental já atendeu 13.244 estudantes de mais de 200 escolas do DF

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O programa Parque Educador, desenvolvido pelo Instituto Brasília Ambiental, em parceria com as Secretarias de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF) e de Educação (SEE-DF), recebeu na tarde desta sexta-feira, 15, Moção de Louvor na Câmara Legislativa Distrital (CLDF) por seus cinco anos de existência. Neste período o programa já atendeu a 13.244 estudantes de mais de 200 escolas públicas do DF.

A homenagem, que fez parte da programação das comemorações do Dia Nacional do Cerrado, em 11 de setembro, foi uma iniciativa do presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF, deputado Gabriel Magno. Ele destacou a importância do projeto para a formação ambiental dos estudantes, e ressaltou a urgência de se pensar a proteção ambiental como uma ação que envolva diferentes áreas do Governo e da sociedade. Defendeu que o Parque Educador passe a ser uma política de governo.

O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou todo o corpo técnico do Instituto envolvido no projeto, salientou a excelência profissional dos servidores, e enfatizou que o programa tem como foco o principal público alvo no que se refere à implementação de mudança de cultura ambiental: as crianças. “Ele traz um olhar especial para as gerações futuras”.

O secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, elogiou os resultados do Programa, lembrou que a educação, de fato, é fator transformador de vidas em todas as áreas. Lembrou também que o Cerrado é o berço das Águas e que sua preservação deve ser tão defendida quanto o bioma Amazônia, por exemplo, e defendeu a instalação de mais escolas da natureza dentro das Unidades de Conservação do DF.

A subsecretária de educação inclusiva da SEE, Vera Lúcia, destacou que somente através do trabalho integrado, como ação de Estado voltado para o tema ambiental, é que será possível fazer do DF uma referência na área de sustentabilidade do Brasil. Segundo ela, iniciativas como o Parque Educador caminham nesta direção, sendo essenciais para a geração do impacto social necessário na área ambiental.

Desafio

O coordenador do Parque Educador no Brasília Ambiental, Luíz Felipe Blanco, contou a história do Programa, relembrando o grande desafio que o mesmo é desde o seu início. “É uma iniciativa, que entre outras características únicas, tem como destaque o fato de reunir três instituições do GDF, cada uma com suas especificidades”.

Blanco disse que embora a execução do Programa complete cinco anos, na verdade a iniciativa tem quase dez anos, se contabilizada sua fase de planejamento. Lembrou que nem mesmo na pandemia o programa parou, se reinventando virtualmente, e destacou que o Parque Educador é resultado do esforço de muitos.

O chefe da Unidade de Educação Ambiental do Instituto, Marcus Paredes, disse que o Parque Educador é um dos maiores programas de educação ambiental do Brasil. Lembrou que “Felipe Branco foi quem plantou essa sementinha, que hoje já está brotando sólida”. E endossou o coro da necessidade de o Programa se tornar uma política de governo para que cresça ainda mais e tenha estabilidade. Paredes anunciou que já há planos para que o programa se estenda para mais duas regiões do DF: Gama e Guará.

Programa

O Parque Educador tem o objetivo de proporcionar experiências eco pedagógicas para os estudantes da Rede Pública de Ensino do DF nas Unidades de Conservação sob gestão do Brasília Ambiental. São realizadas aulas planejadas e encadeadas, nas quais são privilegiados os aspectos lúdicos do aprendizado.

As inscrições das escolas são sempre no início dos semestres e são amplamente divulgadas no site, redes sociais do Brasília Ambiental, mídia em geral e em circular enviada a todas as escolas da rede pública.

O Programa atualmente acontece nos parques ecológicos de Águas Claras, Riacho Fundo, Saburo Onoyama (Taguatinga) e Três Meninas (Samambaia), e no Monumento Natural Dom Bosco e Estação de Águas Emendadas (Esecae), em Planlatina.

*Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Por Agência Brasília

Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental / Reprodução Agência Brasília