Quem era funcionário do Banco do Brasil morto em colisão na EPIG

Funcionário do Banco do Brasil, Octavio de Mello Castanho morreu aos 54 anos após o carro que dirigia colidir contra uma árvore na EPIG. Familiares o descrevem como um pai dedicado, apaixonado pela vida e querido por todos

A morte de Octavio de Mello Castanho, de 54 anos, comoveu familiares e colegas de trabalho. Funcionário do Banco do Brasil, ele morreu na noite desta sexta-feira (10/7), após o carro que dirigia bater contra uma árvore na Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG), nas proximidades do estacionamento 5 do Parque da Cidade. No veículo estavam os dois filhos, que ficaram feridos e foram socorridos ao Hospital de Base. Embora a colisão tenha ocorrido contra uma árvore, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apura se outro veículo teve participação no acidente.

Octavio é descrito pela família como um homem apaixonado pela vida, filhos e amigos. Ao Correio, a sobrinha e afilhada, Carolina de Mello Castanho Lopes, contou que ele era sua principal referência. “Ele era uma pessoa apaixonante e muito amorosa. Colocava a família acima de tudo. Tinha muitos amigos e era muito querido por todos. Sempre estava sorrindo e feliz. Mesmo com as dificuldades da vida, permanecia alegre. Sempre foi uma pessoa muito responsável, correta e amava profundamente todos que estavam ao redor dele”, disse.

Torcedor fanático do São Paulo Futebol Clube, Octavio aproveitava todas as oportunidades de viajar e acompanhar o time do coração. Mas, para quem convivia com ele, a maior paixão eram os filhos. “Ele fazia de tudo por eles. Um pai maravilhoso e um filho incrível. Ligava para a mãe todos os dias”, relembrou Carolina.

A relação entre tio e sobrinha ultrapassava os laços familiares. Ela contou que o bancário foi uma figura paterna em sua vida e esteve presente em todos os momentos importantes. “Foi uma pessoa que acreditou em mim em cada decisão importante da minha vida. Sempre esteve ao meu lado.”

Carolina lembrou que a família decidiu se mudar para Brasília com objetivo de ficar perto de Octavio. Ela veio primeiro e, depois, a mãe, Mônica Castanho, irmã do bancário, também passou a morar na capital. 

Sinistro de trânsito

O Peugeot conduzido por Octavio colidiu violentamente contra uma árvore na EPIG, deixando um rastro de destruição. Partes do veículo ficaram espalhadas por vários metros, o para-brisa foi completamente destruído e a porta do motorista ficou retorcida.

O bancário morreu ainda no local. Os dois filhos foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros. O mais velho recebeu atendimento médico e a filha mais nova permanece internada, em estado estável e sob observação.

O corpo de Octavio será levado para São Paulo, onde ocorrerá o sepultamento, que ainda não tem horário confirmado.

Fonte Correio Braziliense
Foto: Material cedido ao Correio