A proximidade das Eleições 2026 traz uma dúvida comum para milhões de brasileiros: é preciso ter a biometria cadastrada para votar? A resposta é não. A ausência desse dado no cadastro eleitoral não impede, por si só, o exercício do voto, desde que a situação do eleitor esteja regular.
Milhões de eleitores no país ainda não possuem o cadastro biométrico. O mais importante para participar do pleito de 4 de outubro de 2026 (e de um eventual segundo turno em 25 de outubro) é estar com a inscrição eleitoral em dia. A biometria é obrigatória para quem faz o alistamento pela primeira vez, mas não para quem já é eleitor e vai apenas votar.
Como funciona a identificação na urna
Todas as seções eleitorais do país contam com leitores biométricos nas urnas eletrônicas. Para quem tem o cadastro, a identificação acontece pela impressão digital antes da liberação para votar. O uso da biometria aumenta a segurança do processo, diminuindo riscos de fraude.
Mas e se a digital não for reconhecida no momento? O sistema permite algumas tentativas de validação. Se ainda assim a identificação não for confirmada, o mesário seguirá os procedimentos de verificação com um documento oficial para garantir o direito ao voto.
E para quem não tem biometria?
Os eleitores que não possuem a biometria cadastrada, mas estão com a situação eleitoral regular, votam normalmente. Neste caso, a identificação é feita pelo mesário por meio de um documento oficial com foto, e o eleitor assina o caderno de votação, como no método tradicional.
O que é a biometria eleitoral
A biometria é um conjunto de dados físicos, como impressões digitais, fotografia e assinatura, usados para identificar cada eleitor de forma única. Essas informações são armazenadas no Cadastro Eleitoral e servem para confirmar a identidade da pessoa no atendimento e na hora de votar.
Além de tornar o processo mais seguro, a biometria ajuda a evitar duplicidades de cadastros e padroniza o atendimento. Os dados coletados pela Justiça Eleitoral também fazem parte da base da Identificação Civil Nacional (ICN), que busca unificar a identificação dos cidadãos no país.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Divulgação/TSE












