Vacina bivalente está disponível para grávidas e puérperas

Imunizante pode ser encontrado em 92 unidades de saúde do DF e protege contra as variantes da covid-19

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A partir desta segunda-feira (20/03), grávidas ou puérperas do Distrito Federal (DF) que tenham tido filhos há até 45 dias já podem receber a Pfizer bivalente. Além de criar uma barreira contra as versões originais do vírus da covid-19, o novo imunizante protege contra suas variantes, como a ômicron.

“Tive amigas que pegaram o coronavírus durante a gravidez e tiveram complicações. Não penso duas vezes antes de tomar vacina e, agora, estou protegendo não só a mim como ao meu bebê”, reforça Audine Cominetti, grávida de Ester há 12 semanas. A futura mãe soube da campanha para gestantes pelas redes sociais da Secretaria de Saúde (SES) e deixa o convite: “Todas as minhas colegas na mesma situação que eu: venham também se vacinar! Vacinas salvam vidas”.

Para tomar a bivalente, vale lembrar: é obrigatório ter ao menos quatro meses desde a última dose da vacina contra a covid-19.

O que levar

No DF, 92 salas de vacinação ofertam Pfizer bivalente, das 8h às 17h. É preciso levar o cartão de vacina e o documento de identificação com foto.

No caso das grávidas, é possível comprovar a gestação com o cartão pré-natal, prescrição médica ou exames, se for necessário. As puérperas devem levar a certidão de nascimento da criança de até 45 dias de vida.

No caso das grávidas, é possível comprovar a gestação com o cartão pré-natal, prescrição médica ou exames, se for necessário. As puérperas devem levar a certidão de nascimento da criança de até 45 dias de vida

Na 17ª semana de gravidez, Neres Leite também recebeu a vacina bivalente nesta segunda-feira. Ela resolveu se imunizar antes de reunir a família e os amigos para o chá revelação. “Tem que vacinar para proteger. Além disso, tenho que dar o exemplo, porque faço o curso técnico em enfermagem”, destaca.

Além das gestantes e das puérperas, a vacina bivalente está disponível para todas as pessoas a partir de 60 anos; moradores de instituições de longa permanência (ILP) com 12 anos ou mais e para os funcionários desses locais; imunocomprometidos; indígenas; ribeirinhos; e quilombolas – todos com, no mínimo, 12 anos de idade.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Por Agência Brasília

Foto: Tony Winston/Agência Saúde / Reprodução Agência Brasília