Pombos trazem riscos à saúde da população em Brasília

Para diminuir o aumento dessas aves e o risco de propagação de doenças, especialistas aconselham não dar alimentos. Mas é importante ressaltar que é proibido por lei caçar e matar esses animais

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Mesmo considerado um animal exótico, ou seja, que não faz parte da fauna original da região, é comum ver pombos formarem grupos em muitos locais, no Distrito Federal. Cuidados simples, mas que muitas vezes são ignorados pelos brasilienses, são fundamentais para manter a saúde pública e evitar o crescimento da população dessas aves. 

Segundo especialistas, é no frio que aumenta a densidade das aves em alguns locais, porque eles buscam abrigo e comida, principalmente perto de restaurantes, nas áreas urbanas. Os pombos são portadores de doenças fúngicas, bacterianas e parasitárias, transmitidas para os seres humanos através de suas fezes e podem agravar doenças como rinites, asmas e de bronquites alérgicas.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o controle populacional de qualquer espécie está relacionado ao fornecimento de alimentos. A prova disso é que as aves são vistas constantemente agrupadas próximos a locais onde encontram restos de comidas espalhadas pelo chão ou em lixeiras. As aves são atraídas, na maioria das vezes, pela população que distribui alimentos.

Uma das doenças mais comuns transmitidas pelas aves é a criptococose, também conhecida como “doença do pombo”. A infecção é causada por fungos que se proliferam nas fezes dos pássaros e também em ocos de árvores.

Outra, é a influenza aviária transmitida, tanto para o ser humano como para outros tipos de animais. Além disso, eles podem ser vetores de meningite e de pneumonia por fungos. Os pombos transmitem também salmonelose e histoplasmose.

Uma das doenças mais comuns transmitidas pelas aves é a criptococose, também conhecida como “doença do pombo”. A infecção é causada por fungos que se proliferam nas fezes dos pássaros e também em ocos de árvores.

Outra, é a influenza aviária transmitida, tanto para o ser humano como para outros tipos de animais. Além disso, eles podem ser vetores de meningite e de pneumonia por fungos. Os pombos transmitem também salmonelose e histoplasmose.

Em alguns locais do Plano Piloto, por exemplo, os pombos habitam o parapeito e as janelas dos apartamentos. Por isso, é importante mantê-las fechadas e sempre com telas de proteção. Outras medidas de segurança  que a SES orienta é manter os ambientes limpos e higienizados, essa é também uma forma de evitar a proliferação desses animais.

Por Laézia Bezerra do Correio Braziliense

Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press / Reprodução Correio Braziliense